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quinta-feira, 13 de junho de 2013

Meu Povo Gaúcho!

Povo Gaúcho!

Quero aqui mais uma vez, colocar algumas palavras sobre a visão que já sabemos que o resto do Brasil tem sobre o nosso Rio Grandissimo do Sul, e sobre como o vemos.






Em uma palestra em 2005, uma grande empresária que estava recém chegando ao nosso estado falou que estava espantada como como éramos apegados ás nossas tradições, mesmo pessoas da capital, que normalmente é mais desprendida de tradições mantinha tradições de algum nível, mas sempre existia, também falou do apego de quem de fora vem morar aqui, e do carinho que recebemos as pessoas, apesar de nossa aparente truculência, queremos dividir, o mate, o churrasco, a dança, a cuca, o pinhão, e muitas outras coisas que nos torna um povo acolhedor, também lembro do espanto dela ao verificar que todos nós aprendemos primeiro o hino riograndense, e depois o hino nacional, e falou que nem sabe se seu estado tem hino.
Também vi em uma entrevista de um apresentador que falou que não sabe o porque disso, mesmo conhecendo o estado. Coitado penso eu, não tem origens, não tem história, e muito menos orgulho de onde vive, confesso que fiquei indignado, mas ao mesmo tempo deu vontade de tentar explicar, pra ele entender de onde vem tanto amor pela nossa terra, mas quer saber, somos únicos em nossa forma de pensar e uma pessoa assim não merece que o mostremos o quanto somos felizes, o fato de puxar o saco do entrevistado sem saber sua verdadeira opinião , mesmo antes da resposta, largando aquela piadinha famosa sobre nós,o que pensar?
Não sou melhor, mas não julgando e cutucando em rede nacional.



O Guaxupera!

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Sabia!! Agora sim! Tá explicado!


Sabia!! Agora sim! Tá explicado!

Assim é fácil dizer que o pais vai bem dona Dilma! Que vergonha! Olhando daqui de baixo sabia que algo estava errado! Não é possível o país ir bem e a saúde, educação e segurança publica estarem do jeito que vejo todos os dias nos jornais e na rua! Barbaridade!

A matéria da revista exame explica a cara de pau dos contadores da republica!

http://exame.abril.com.br/revista-exame/edicoes/1042/noticias/sumiu-uma-finlandia

quinta-feira, 29 de março de 2012

Criança Feliz!

Filhos!
Tenho um filho de 12 anos e sinceramente fico preocupado com as coisas que observo, o sedentarismo só aumenta, e apesar dos esforços de tentar fazer das brincadeiras um momento de atividade física, confesso que também nem sempre tenho disposição para fazer tudo que gostaria, neste momento vejo  que não adianta ensinar brincadeiras da minha infância coisas de quem tem mais de 30, pois ele não vai ter com quem brincar, esconde-esconde, pega-pega, tampcross, pião, io-io, carrinho de rolimã, tudo isso é démodé, não querem nem saber destas coisas.
 

Fico vendo meu filho entrar em um abismo de internet, e redes sociais sem contato pessoal, certo dia na praia nos obrigamos eu e meu primo a brincar de taco, com meu filho e um amigo, foi divertido demais, mas voltamos da praia e nada mais foi feito neste sentido, não vejo motivação, tento controlar a internet, mas não adianta coibir, se quero que meu filho tenha vida social, tenho que deixar que ele participe de momentos e liberdades que outros meninos e meninas da mesma idade desfrutam. Fico triste, pois sei o quanto eu era feliz, até mesmo nos momentos de aflição quando ficava na parede quando brincávamos de cela. Lembro que as turminhas de 10 crianças eram comuns, e quando estávamos sozinhos imperava a criatividade, um grande benefícios que hoje não se tem, criar seus próprios brinquedos.
hj
Os brinquedos de hoje são baratos acessíveis e ridículos com alta tecnologia, quando eu era criança, não tínhamos muitas opções, Comandos em Ação, e Falcon eram pra poucos, Lego, carrinhos de ferro e Playmobil, nossa, estes mal lembro de ter visto em algumas casas, raríssimas vezes. Por este motivo tínhamos que inventar nossos próprios brinquedos e brincadeiras, aguçando a criatividade e nos movendo de um modo muito mais saudável. Quando surgiram os videogames lembro que joguei em uma caixa com dois botões e cada um jogava em um, um jogo de uma bolinha que tinha que entrar em um gol, na verdade era tudo palito, que hoje já vi cartões de visita com mais tecnologia, e nem por isso deixávamos de compartilhar. Veio sim a febre dos videogames com a chegada dos Atari, NSX, etc. Mas eram poucas as horas e muitos amigos pra compartilhar, era mais legal estarmos todos na mesma sala.
Brinquedos e outros artigos curiosos dos anos 80
Quanto à criatividade levava muito mais tempo fazendo um carro de rolimã do que andando, era muito mais divertido inventar e caprichar nas coisas que fazíamos. Carrinhos de lata, este sim, puxa nos divertíamos com uma lata cheia de areia com um saco de leite colado e puxávamos com uma corda era incrível como ficávamos feliz com o barulho que fazia. Outro era um pedaço de plástico preso na bicicleta que fazia um barulho quando giravam passando pelos raios da roda.
Brinquedos e outros artigos curiosos dos anos 80
Estilingue, bodoques, estes eram proibidos pelos pais , mas todo mundo fazia, e as coleções hoje não vejo mais aquela correria para conseguir tampinhas para trocar por ioiôs ou embalagens de chocolate para trocar por carrinhos ou até uma cidade. 
Vejo que até os fabricantes não tem mais tanto interesse na garotada, hoje se consegue o mesmo objetivo colocando um banner em um game em flash gratuito, tanto no celular quanto em redes sociais.
Brinquedos e outros artigos curiosos dos anos 80
Espero que existam muitos pais como eu que inconformados tentem, com muita paciência que hoje em dia devido ao trabalho e cobranças é escassa, assim como o tempo, ainda matem aquele leão da comodidade e continuem estimulando seus filhos a brincarem de forma mais saudável.
Um abraço a todos! 

Gaucho! Eu mesmo! Que orgulho!

Gostaria de compartilhar o texto abaixo, a realidade gaucha que temos que admitir existe e é cada vez mais cultivada e apoiada. 

Segue


De onde virá o grito?
Num texto anterior introduzi o conceito de ‘Ressentimentos Passivos’. Para relembrar, lá vai um trecho:
‘Você também é mais um (ou uma) dos que preenchem seu tempo com ressentimento passivos? Conhece gente assim? Pois é.
O Brasil tem milhões de brasileiros que gastam sua energia distribuindo ressentimentos passivos.
Olham o escândalo na televisão e exclamam ‘que horror’.
Sabem do roubo do político e falam ‘que vergonha’.
Vêem a fila de aposentados ao sol e comentam ‘que absurdo’.
Assistem a uma quase pornografia no programa dominical de televisão e dizem ‘que baixaria’.
Assustam-se com os ataques dos criminosos e choram ‘que medo’. E pronto! Pois acho que precisamos de uma transição ‘neste país’. Do ressentimento passivo à participação ativa’.
Pois recentemente estive em Porto Alegre, onde pude apreciar atitudes com as quais não estou acostumado, paulista/paulistano que sou.
Um regionalismo que simplesmente não existe na São Paulo que, sendo de todos, não é de ninguém. No Rio Grande do Sul, palestrando num evento do Sindirádio, uma surpresa.
Abriram com o Hino Nacional. Todos em pé, cantando.
Em seguida, o apresentador anunciou o Hino do Estado do Rio Grande do Sul. Fiquei curioso. Como seria o hino?
Começa a tocar e, para minha surpresa, todo mundo cantando a letra!
‘Como a aurora precursora /
do farol da divindade, /
foi o vinte de setembro /
o precursor da liberdade ‘
Em seguida um casal, sentado do meu lado, prepara um chimarrão. Com garrafa de água quente e tudo. E oferece aos que estão em volta. Durante o evento, a cuia passa de mão em mão, até para mim eles oferecem.
E eu fico pasmo. Todos colocando a boca na bomba, mesmo pessoas que não se conhecem. Aquilo cria um espírito de comunidade ao qual eu, paulista, não estou acostumado.
Desde que saí de Bauru, nos anos setenta, não sei mais o que é ‘comunidade’.
Fiquei imaginando quem é que sabe cantar o hino de São Paulo.
Aliás, você sabia que São Paulo tem hino? Pois é…
Foi então que me deu um estalo. Sabe como é que os ‘ressentimentos passivos’ se transformarão em participação ativa?
De onde virá o grito de ‘basta’ contra os escândalos, a corrupção e o deboche que tomaram conta do Brasil?
De São Paulo é que não será. Esse grito exige consciência coletiva, algo que há muito não existe em São Paulo.
Os paulistas perderam a capacidade de mobilização. Não têm mais interesse por sair às ruas contra a corrupção. São Paulo é um grande campo de refugiados, sem personalidade, sem cultura própria, sem ‘liga’. Cada um por si e o todo que se dane.
E isso é até compreensível numa cidade com 12 milhões de habitantes.
Penso que o grito – se vier – só poderá partir das comunidades que ainda têm essa ‘liga’. A mesma que eu vi em Porto Alegre.
Algo me diz que mais uma vez os gaúchos é que levantarão a bandeira. Que buscarão em suas raízes a indignação que não se encontra mais em São Paulo.
Que venham, pois. Com orgulho me juntarei a eles.
De minha parte, eu acrescentaria, ainda:
‘…Sirvam nossas façanhas, de modelo a toda terra…’
Arnaldo Jabor

domingo, 25 de março de 2012

Justificativa!

Porque fazer um blog?
Minha intenção principal é colocar opiniões idéias e reflexões, nada profissional, e muito menos quero influenciar, causar polemicas sim, trocar experiências e falar sobre o que mais me interessa, veja bem! Me interessa! Aos que não interessar! Beleza! Não quero agradar a todos! Quero expor idéias sem me expor, não vou acusar e não quero ser processado, Deus me Livre! Só quero é colocar palavras, nada sério , ou muito sério, ás vezes engraçado, e muitas vezes descompromissadas.
Sejam bem vindos todos que quiserem participar.
Espero estar sempre aqui!